O GP Emilia Romagna de F1 que se realiza este fim de semana em Imola pode ser apenas a segunda corrida da época, mas estas três semanas entre o GP do Bahrein e a corrida italiana permitiu às equipas terem realizado muito trabalho de bastidores, pelo que os carros vão surgir na sexta-feira de manhã com muitas pequenas alterações para o primeiro treino.
Para alguns trata-se apenas de introduzir peças que não estiveram prontas a tempo para o Bahrein, sendo a Haas um exemplo de uma equipa que finalizou o seu carro apenas para este fim-de-semana. Mas outras têm algo mais significativo em preparação depois de terem ‘aprendido’ mais sobre os novos regulamentos nas últimas semanas, pós-Bahrein.
As equipas maiores têm geralmente programas de desenvolvimento significativos e é provável que sejam mais ativas nas primeiras corridas antes do foco mudar para 2022. Marcin Budkowski, da Alpine, admite que a sua equipa tem “um pacote de melhoramento bastante significativo” a caminho de Imola, que deverá permitir mais desempenho, e este é apenas um exemplo, pois há muito detalhe técnico a chegar.












Curioso… o AS postou há menos de uma semana que este senhor (acho que foi ele) da Alpine, disse que o carro já não tinha por onde evoluir porque devido ao congelamento de regulamentos estavam a trabalhar com uma base com mais de 3 anos, que subentendemos não ser a ideal, como noutras equipas de ponta como RB, Mercedes e ao que parece a Mclaren, e também a Ferrari e Sauber que dependem da recuperação do motor Ferrari, depois da FIA ter injustamente mandado retirar sistemas ilegais de alimentação. Sinceramente, espero que a Alpine consiga tirar um coelho da cartola.… Ler mais »