George Russell começa a ficar cada vez mais conhecido pela sua exigência e a sua vontade de motivar e levar a equipa para outro nível. A contratação de François-Xavier Demaison para diretor técnico é visto como algo muito positivo para o jovem piloto, que vê pela primeira vez um diretor técnico na Williams:
“Penso que é incrivelmente importante ter um diretor técnico”, disse Russell. “Basicamente, temos tantos departamentos diferentes, um carro de corrida de Fórmula 1 é um enorme quebra-cabeças, temos de juntar aquelas peças e um diretor técnico é o que está a orquestrar isso. Tem sido muito difícil e tem havido muitas pessoas que foram colocadas e tiveram de fazer trabalhos para os quais não foram necessariamente contratadas para fazer porque não havia ninguém a liderá-los e eles próprios tinham de liderar. Eles estavam a fazer trabalhos que não eram o seu papel devido à situação”.
“Com a chegada de Jost Capito, sinto realmente que temos um chefe ao leme que será capaz de estruturar uma equipa técnica adequada à nossa volta para ajudar a melhorar o desempenho do carro”, acrescentou o britânico.
“Obviamente que não tivemos um diretor técnico em toda a minha estadia na Williams, o que é uma loucura para se pensar. A prioridade durante o meu tempo na Williams, até que Dorilton assumiu o controlo, foi manter a equipa viva, manter os empregos das pessoas, por oposição a fazer o carro andar o mais rápido possível. O objetivo era apenas manter a equipa na Fórmula 1, o que era absolutamente correto, mas agora os fundos estão lá e podemos agora voltar a concentrar-nos totalmente no desempenho”.











