Esteban Ocon tem em 2021 um ano decisivo para a sua carreira na F1, já que não teve um ano de regresso, em 2020, nada fácil, depois de uma temporada como piloto de testes da Mercedes. Agora, não vai haver desculpas, e sendo verdade que foi ao pódio em 2020, também o é que Ricciardo somou quase o dobro dos seus pontos.
Tudo o que for menos que um 7º ou 8º lugar no campeonato será menos bom para o seu futuro. Tem definitivamente que se afirmar com um piloto para ficar na F1 a longo termo. Ficou bem atrás de Alonso nos testes.
Ocon já foi visto como uma das maiores esperanças da F1 e a aposta que a Mercedes fez no jovem francês comprova isso. Mas a entrada de Lance Stroll na Racing Point deixou Ocon sem lugar em 2019 e um ano perdido na fase em que se encontra nunca é positivo. 2020 foi o ano do regresso, mas não mostrou o nível que já tinha evidenciado na Racing Point. 2021 é decisivo pois a Alpine está com uma aposta forte no projeto F1, e se Ocon não mostrar que pode ser o piloto do futuro para a equipa, há outro jovem francês na Alpha Tauri que preenche os requisitos que a equipa procura.
No final do teste no Bahrein Ocon realçou que a estabilidade pode ser importante para ele nesta fase:
“Foi muito, muito produtivo, isso é certo”, começou ele. “Completamos todo o programa com facilidade, porque no final tivemos tempo para praticar muitos pit stops, o que foi ótimo. A manhã com a pista tão quente, tornou-se difícil para o carro também… complicado com os pneus, complicado com a areia, mas tenho de dizer que melhorou no final do dia e conseguimos dar voltas decentes que pareceram mais agradáveis do que a manhã. Por isso, no fim de contas, enfrentámos tudo: partes duras e partes boas, o que é bom”.“É definitivamente bom estar a fazer as mesmas coisas pelo segundo ano consecutivo; sinto-me definitivamente mais estabelecido e mais confortável. Eu sei o que preciso do carro, sei o que pedir aos rapazes, é muito melhor”, disse ele.











