A Alpine tem uma operação complexa na F1, com a fábrica de unidades motrizes em França e a fábrica para o chassis no Reino Unido.
O Brexit veio complicar a vida das equipas, pois a grande maioria está sediada no Reino Unido e por isso têm mais dificuldades agora que a liberdade de circulação para dentro e fora do país é diminuída. Macin Budkowski explicou as implicações dessa limitação:
“É complicado. Cria, de facto, atrasos”, disse Budkowski. “Não só por causa das nossas duas bases. Temos fornecedores que estão sediados na Alemanha, França e Itália e precisamos de ter um pouco mais de margem de tempo sobre as peças que são críticas para o funcionamento do carro do que normalmente teríamos.
” Equipas de F1, tendem a deixar tudo até ao último minuto e agora só temos de tirar um pouco mais de margem. Não é o tipo de coisa que estamos habituados a fazer porque levamos tudo ao limite, mas temos de lidar com isso porque, caso contrário, corremos o risco de nos faltarem alguns elementos importantes”.
No meio das questões logísticas do Brexit, as restrições Covid-19 também tiveram um efeito nos preparativos da equipa.
“A habitual questão logística que todos têm vivido na fronteira, se quiserem. Assim, isso atrasa as várias partes e os motores que vão de Viry e a Enstone. O maior desafio foi realmente a preparação para shakedown porque os engenheiros de Viry tiveram de ficar de quarentena”.










