Tal como sucedeu o ano passado, será a versão standard a utilizada, a denominada FIA Fast Fast. O circuito do AIA tem a possibilidade de ter 32 diferentes configurações de pista, com perímetros que vão dos 3.465m (mais curto) aos 4.684m da versão Fórmula 1, a que está homologado em Grau 1 – a que permite os F1 – pela FIA e pela FIM (MotoGP) para receber competições auto e moto, ao mais alto nível.
A Pole Position de Lewis Hamilton – CLIQUE AQUI
Os vários traçados permitem aos utilizadores escolher entre versões mais rápidas e desafiadoras e outras mais lentas e técnicas mas nesta segunda corrida de Fórmula 1, nada vai mudar em termos de traçado – embora isso fosse possível, nomeadamente a utilização do gancho – ou chicane, se preferir – no final da reta da meta, que iria obrigar a uma travagem bem mais forte e consequentemente, mais possibilidades de ultrapassagem, que existem no traçado português em vários locais.
Para lá do ‘atrevimento’ dos pilotos noutras quaisquer zonas, a zonas mais lógicas de ultrapassagem, na F1, são simples. Tendo em conta a longa curva 15, a parabólica, os monolugares mais rápidos facilmente passam na reta da meta o carro à sua frente, não sendo preciso esperar pela travagem para a curva um, que é rápida. Se houvesse chicane, seria diferente e seria de certeza outro ponto de ultrapassagem.
Mas com o FIA Fast Fast, a versão standard, os monolugares chegam muito mais depressa à curva três e aí pode ultrapassar-se porque a travagem é forte e a subida que se segue, permite várias formas de abordagem. Basta ver os resumos da corrida do ano passado. Mas há, claro, uma trajetória que é melhor para uma volta rápida. É o que todos fazem em qualificação.
Depois a travagem para a curva 5, a da torre, é outro bom ponto, e tendo em conta a forma como lá se chega, a saída para a curva seis também o permite, como se viu muitas vezes em outubro passado. Na curva 8 é possível, mas muito difícil, e tendo em conta que é uma zona ‘cega’, a travagem para a curva 11 também permite surpreender o piloto que roda à frente.
Os melhores onboards – CLIQUE AQUI
Depois disso, os pilotos têm que conseguir entrar bem na parabólica, porque se o fazem mal é certo que vão ser passados na longa reta, que ainda se torna ‘maior’ porque a curva 15 (parabólica) é feita a fundo.
Portanto, pontos de ultrapassagem não faltam. É muito pouco provável, mas se caíssem umas gotas de água, muito poucas, durante toda a corrida, reuniam-se as condições para a melhor corrida de F1… de sempre. Basta ver como foram as primeiras voltas do GP de Portugal do ano passado…
Seja como for, vai haver uma qualquer surpresa na pista: “Nós todos os anos procuramos ter ser algo diferente, mas este ano vamos ter uma diferença ligeira, um pequeno ‘mimo’, que não queremos anunciar agora queremos que seja uma surpresa para o fim de semana da prova, acho que é importante todos os anos haver qualquer coisa de diferente, acho que o nosso circuito é um dos melhores do mundo é uma das pistas mais entusiasmantes então num F1 é fantástico”, disse Paulo Pinheiro.










