Se para os mais distraídos todos os carros de F1 parecem iguais, há muitas diferenças em cada um dos dez monolugares em pista. E não é so o aspeto exterior que muda, mas também o que é pedido ao piloto, com explicou Carlos Sainz:
“Depois de estar em quatro equipas diferentes em seis anos, apercebi-me de que a F1 se chama F1, mas cada carro pode ser chamado de uma forma diferente”, explicou ele. “Cada carro é diferente, tem as suas técnicas de condução, o seu estilo de travagem, a sua ‘sensação’ no volante, com acelerador, transmissão, caixa de velocidades, botões, a forma como o carro reage a cada comando do piloto é totalmente diferente. É preciso repor todas as referências, todas as coisas que se está habituado a fazer”, continuou ele. “Esquecer tudo o que sabe e recomeçar do zero. Mudei de equipa de dois em dois anos, por isso estou mais habituado a passar por essa transição difícil”.










