A Comissão da Fórmula 1 tem agendada para amanhã uma reunião para finalizar os planos do calendário, mas deverá igualmente debater e votar sobre uma série de outros tópicos importantes para a disciplina. De interesse fundamental para os adeptos é a potencial introdução de corridas de qualificação na F1 em alguns eventos em 2021, para além da possibilidade de avançar ou não com um congelamento dos motores a partir de 2022. Como se percebe, a corridas de qualificação passa por experimentar um novo formato e entender se pode ser benéfico para a competição. Uma sessão de qualificação para a corrida de sprint seria realizada no lugar da habitual segunda sessão de treinos livres na sexta-feira. A corrida sprint realizar-se-ia no sábado, com um terço da distância do grande prémio, e ofereceria pontos para os oito primeiros classificados, ao mesmo tempo que fixava a grelha para o domingo. O Grande Prémio do Canadá, Itália e Brasil poderão ser os eventos de 2021 em que este formato será testado.
Esta solução vem de encontro à vontade da F1 em alterar o seu formato, tornando-o mais dinâmico e apelativo às novas gerações, ao mesmo tempo que coloca um novo desafio aos pilotos e equipas. Com a ideia das grelhas invertidas a ser afastada, a corrida de qualificação pode ser a solução para aumentar o interesse de sexta (qualificação para a corrida de sábado) e do sábado (corrida de qualificação que define a grelha para o domingo), beneficiando os promotores e a própria competição.












Uma palhaçada. Percebe-se que os donos da F1 já estão preocupados com o domínio indecente da mercedes e que esta solução pode ser boa em termos do factor receita, mas isto juntamente como o congelamento mais o BoP que aí vem destrói de vez o ADN da F1, portanto era de esperar que a Ferrari usasse o poder de veto. Além de que, por exemplo, qualquer adepto que já foi a um GP traz como grande recordação ter tido 2 horas na 6A feira para ir girando livremente pelas bancadas, mas até isso querem destruir. Querem melhorar a F1? Abolição… Ler mais »
Deviam banir o jogo de botões dos pilotos (alterações de setup a cada curva), se querem jogar acabem com as mudanças no volante e voltem às mudanças manuais. Os treinos de 6 feira mesmo sem ninguém na pista, nós usufruímos dos comentadores, eu gosto de ouvir falar sobre a F1.
O WEC vai ser arrasado pelo BOP, se tal atingisse a F1 a Mercedes seria colocada ao ritmo da Williams. Como podiam escolher um ritmo ao nível da Fórmula e para prepararem-se para o futuro….
O WEC já é arrasado com o BOP; veja-se a vergonha que foi Daytona com concorrentes a serem ultrapassados em recta sem nada poderem fazer. Na F1 seria, diz-se, por controle via flussómetro da quantidade de carburante, e uma vantagem “elétrica” aos que estão atrás. Mas já sabemos bem como iria/irá parar, até porque quem controla o controlador? Que certeza há de que esse flussómetro funciona? A solução simples era eliminá-lo simplesmente; X kg de combustível, X kg de óleo , tens que chegar ao fim, tens que gerir. Quem sabe se não será assim quando a mercedes sair finalmente… Ler mais »
Não vejo em q é q isso torna mais apelativo para as novas ou velhas gerações! F1 não é F2 só ideias parvas…