Jean Graton, criador da banda desenhada Michel Vaillant, morreu esta quinta-feira em Bruxelas, aos 97 anos. As suas aventuras ‘automobilísticas’ tocaram muitos milhões de leitores.
Jean Graton morreu aos 97 anos de idade, em Bruxelas, rodeado pela sua família. Dedicou a vida à banda desenhada, boa parte dela ao desporto motorizado, já que foi ele o criador de Michel Vaillant, em 1957. O primeiro álbum de Michel Vaillant foi publicado em 1959, o “Grande desafio”. Criou de imediato Steve Warson, como opositor de Michel Valiant, mas acabou por simpatizar com a personagem e tornou-os amigos quase inseparáveis, tornando-o co-herói. Com Michel Vaillant, retratou muito bem o desporto motorizado nas suas várias vertentes.
Em comunicado de imprensa escrito conjuntamente pela sua família e pela Fundação Jean Graton lembra que “entre os leitores de Michel Vaillant, vários tornaram-se pilotos de F1 ou jornalistas”.










Jean Graton é um dos grandes do desporto motorizado. Responsável pelo acender da paixão de milhões (sem exagero) de adeptos em todo o mundo ao longo de décadas. Grande nome da Banda Desenhada “franco-belga”. Fez muito mas muito mesmo em prol da popularidade deste desporto. As suas obras de BD entre 1959 e princípios dos anos 1980s são épicas, grandes argumentos e aventuras. É a lei da vida, 97 anos foi muito bom. Um grande obrigado deste fã.
Como grande amante de BD e possuidor de todos os álbuns Michel Vaillant, hoje é um dia muito triste.
Muito obrigado por tudo, Jean Graton!!!
As aventuras têm continuado, desde há uns anos, pela mão do seu filho Philippe, sendo que na próxima 2a sai mais um novo álbum, Duelos
Queria aqui deixar um grande abraço ao Jean Pierre e ao Michel, imagino bem o que estejam a passar. Mas queria deixar também os meus sentimentos a todos os que passaram uma vida ligados a este Senhor do automobilismo como o Henri, a Agnès, o Steve, o Yves, à Julie….
O abraço é só ao Michel. O Jean-Pierre morreu no livro Colapso, editado em 2015.
Agora sem disparate e idiotice, queria sinceramente deixar aqui um louvor a este senhor que tanto contribuiu para o desenvolvimento do sentimento que é em nós o “amor aos carros”. Não sei se haverá muitas reportagens (se há alguma) que relatem tão bem o espírito das corridas e transmitam tanto cheirinho a gasolina. Ler agora um qualquer Michel Vaillant dos anos 70 ou 80 é uma profunda imersão no que de melhor há no automobilismo. Os meus parabéns pela sua vida marcante.