A Red Bull já tem motores de 2022 em diante. A estrutura austríaca fechou acordo com a Honda, que cederá as unidades motrizes após sair do campeonato.
O fecho deste acordo dependia do congelamento dos motores o que deverá ser conseguido, apesar de não haver certezas. Era a única solução que a Red Bull tinha para se manter em competição, olhando para o panorama atual. A Red Bull diz que não tem plano B e se o congelamento não for para a frente, a situação agrava-se para a estrutura:
“O congelamento do motor a coisa mais importante”, disse Marko numa entrevista com a Auto, Motor und Sport. “A parte mais difícil é que a Ferrari, a Renault e a Mercedes têm todas de assumir o seu compromisso.”
Cabe agora à FIA dizer se vai haver ou não uma paragem de desenvolvimento. Essa confirmação deverá chegar na próxima semana, mas o chefe executivo da Red Bull acredita que a competição deve aceitar essa permissa:
“Temos um limite de custos. Estamos também a falar em reduzir os salários dos pilotos. Investir ainda mais nos motores agora não faz sentido.” Se o congelamento não avançar, tal pode significar a saída da Red Bull e da Alpha Tauri da competição. “Isso significaria que a Red Bull teria de reconsiderar drasticamente o seu lugar na Fórmula 1. Isto não é chantagem. Por puro senso comum e considerações de custo, um congelamento do motor é a única forma de avançar com estas unidades motrizes”.
Por uma vez as ameaças da Red Bull não cheiram a bluff. Cabe agora à F1 resolver esta situação.










RB antes da Honda sair da F1: “Congelar os motores apenas vai ajudar os nossos rivais!”
RB depois da Honda sair da F1: “Congelar os motores é a coisa mais importante neste momento!”
Ninguém o pode acusar de não querer o melhor para a sua equipa… eheheh
Nunca fui à bola com este gajo (o Helmut Marko, não tenho nada contra o Frenando…). A malta do polígrafo podia fazer uma daquelas compilações de contradições como tem feito com o Costa.