Na sequência da decisão da Arábia Saudita fechar as suas fronteiras durante sete dias vai ser contornada pela caravana do Dakar, numa ação coordenada pelos sauditas. As quipas que não tinham reservado voos através da ASO, e que viram os seus voos cancelados, vão trocar os seus voos pelos charters da ASO: “Dado o protocolo sanitário estabelecido para supervisionar as chegadas dos concorrentes, o Ministério dos Desportos da Arábia Saudita, com o qual a organização de Dakar trabalha, quer fazer todo o possível para acolher todos os participantes nas melhores condições. Por conseguinte, serão criados voos fretados adicionais para todos aqueles que tenham reservado bilhetes para a Jeddah em companhias aéreas regulares.”
O problema parece estar a ser ultrapassado, mas a verdade é que durante a noite de domingo para segunda-feira, a Arábia Saudita decidiu suspender todos os seus voos internacionais por um período de uma semana que pode ser prolongado por mais uma semana, um anúncio que foi suficiente para causar disrupção entre os concorrentes envolvidos no Dakar 2021, prova que começará a partir de Jeddah no dia 3 de janeiro.
Mesmo a nova equipa de Sébastien Loeb e Daniel Elena, que tinham previsto viajar a 27 de dezembro, a partir de Paris, tiveram que procurar uma solução de recurso, especialmente os mecânicos da Prodrive, oriundos do Reino Unido, um território que ficou praticamente isolado do mundo na segunda-feira. Mas a incerteza das primeiras horas deu lugar a alívio, já que a organização tranquilizou-os através de uma mensagem enviada aos concorrentes, onde garante que podem entrar através dos voos charter da ASO. Depois disso, a caravana de cerca de 2000 pessoas, tem que passar por vários testes de rastreio e fazer um período de isolamento.











