Os novos proprietários da Williams, a Dorilton Capital, têm vindo a fazer uma revisão da estrutura desde que assumiram o cargo da família Williams em Agosto, com o reforço dos departamentos em todos os sectores.
A última mudança é a entrada em cena de um nome conhecido da F1, Jost Capito. Com quatro décadas de experiência no automobilismo, irá conduzir a equipa para uma nova era, assumindo a responsabilidade pelo funcionamento quotidiano da empresa a partir de 1 de Fevereiro de 2021. Capito ficou conhecido pelo seu trabalho de sucesso na Volkswagen numa altura em que a marca dominou por completo o WRC. A sua passagem pela McLaren foi fugaz numa fase em que a equipa passava por momentos francamente negativos.
Reportará ao Presidente da Williams Matthew Savage, enquanto Simon Roberts – que assumiu o papel de diretor de equipa desde que Claire Williams saiu depois de Monza – reportará diretamente a Capito, tendo assumido o papel permanentemente.
“É uma grande honra para mim juntar-me à Williams Racing nestes tempos emocionantes e exigentes, tanto para a equipa como para a Fórmula 1”, disse Capito. “É uma honra fazer parte do futuro desta equipa que carrega um nome tão pungente no desporto, pelo que chego a este desafio com grande respeito e com um enorme prazer”.













Ora aqui está o homem de quem tenho falado. Nos últimos tempos tenho referido que este senhor seria uma boa aquisição para gerir a Ferrari e tirá-la do desnorte em que caiu. Pelos vistos, os novos donos da Williams estão mais atentos que os responsáveis da Scuderia. Com este alemão ao leme da equipa Inglesa, esta vai sair do descalabro a que chegou, e rapidamente vai-se estabelecer, pelo menos, no meio do pelotão. Em 2021 será difícil, pois o carro é o mesmo, mas para 2022 tudo será diferente!
ainda do tempo da Ford (com o Nearspache (mal escrito) com os Capri – muito bom
Gerir a Ferrari? E em que lugar ? CEO como na McLaren?
Quando escrevi “gerir a Ferrari” estava-me a referir à equipa de F1 da Ferrari, não à marca de automóveis Ferrari. Ou seja, em fazer o mesmo que o Andreas Seidl faz na McLaren, que creio que é o que o Jost Capito irá fazer na Williams. É disso que a Scuderia precisa.
Aliás o Gerhard Berger disse recentemente o seguinte: “Controlar essa equipa com a mentalidade italiana é uma coisa muito difícil”. Isso está escrito num outro artigo do Auto Sport.
Mas é curioso que quem controla a Ferrari tem tudo menos essa “mentalidade italiana” : O TP Binotto que além da nacionalidade suíça (italiana também por ser filho de italianos) é por temperamento 100% suíço; o asnático Presidente da Ferrari, John Elkann, americano também por feitio e ignorancia (sorry); e o “amministratore-delegato”, que traduzem para CEO, Camilleri que mal consegue juntar 2 frases em italiano. Mas isto jamais verás escrito na imprensa em inglês e seus satélites. E depois óutra curiosidade: porque é que já não se lembram de pôr em causa a nacionalidade do CEO da Renault, milanês de… Ler mais »
Enfim, all the best para o Jost ( Jodokus), grande líder, pessoa fantástica, nosso velho conhecido dos tempos (dele) pós- faculdade em Munique em que foi trabalhar com o Paul Rosche na M3 e M5 da BMW. Se quiserem pô-lo a rir-se (garantia X 4), mais do que as histórias do seu paris-Dakar com o papá no Unimog, pergunteem-lhe o que aconteceu quando secretamente tentou pôr a andar um Benetton numa garagem subterrânea. lol