Nuno Madeira já vai no quarto ano do seu projeto KIA no TT, e apesar da sorte não o ter bafejado nesta prova, já que uma pedra entrou no sistema de travagem, entre o disco e a pinça e o carro ficou sem travões, isto que rodavam no top 8, e tiveram que abandonar. Contudo, quisemos recordar com o Nuno Madeira o que têm sido estes quatro anos de projeto KIA: “A KIA para mim é um desafio. É uma marca que não tem história na competição. Nós começamos o projeto do zero, há quatro anos, com momentos bons e maus. Mas, identifico-me com ele porque é diferente. Ainda não conseguimos atingir o resultado que queríamos, mas já fizemos um segundo lugar à geral. Vamos continuar a lutar para isso, temos ritmo para isso. Desta feita uma pedra entrou entre o disco e a roda, destruindo o disco e a pinça de travão, são coisas que acontecem nas corridas, quando andamos a lutar pelo sexto e sétimo lugares. Continuo a sentir um carro muito bom, muito eficiente” disse Nuno Madeira que recordou o momento que mais gozo lhe deu do passado recente: “O momento que me deu mais prazer foi a Baja ACP porque andámos muito depressa, num terreno que não conhecia. O melhor, a nível de resultado, foi o segundo lugar. Fizemos um 10º e 9º na geral em Portalegre, uma prova onde correram pilotos como o Peterhansel, Nasser al-Attiyah, os melhores nacionais e acabar no top 10 é sempre gratificante, pois tivemos um ritmo muito forte. E ter ao lado os carros do Dakar, no meio daquilo tudo, é um privilégio. Eu como piloto gosto de fazer várias coisas, gosto de guiar coisas novas. Já fiz circuitos, ralis, duas provas num Ford Fiesta R5, algumas provas de SSV, gosto de sair da minha zona de conforto. Gosto também de participar no Troféu Picanto, é um troféu interessante, com os carros iguais e também vou a 18 de novembro participar numa corrida do novo carro de troféu o KIA Ceed GT. Gosto de estar com a KIA, tem uma forma diferente de estar no desporto”, concluiu.












