A famosa vantagem da Ferrari do ano passado esfumou-se após a investigação da FIA e do acordo entre as duas partes. Ironicamente a Mercedes ficou a lucrar com esta situação.
A Mercedes ficou preocupada com o ritmo da Ferrari em 2019 e, como habitualmente, fez de tudo para minimizar essa vantagem. O trabalho árduo da Mercedes compensou e agora os germânicos têm uma unidade motriz melhor, mais potente e com a fiabilidade a que nos habituou. Tudo graças à necessidade de melhorar face a uma unidade motriz que passado uns meses perdeu “força”. Toto Wolff revelou o tamanho do desafio dos engenheiros da sua equipa à Auto Motor und Sport.
“Fomos tão desafiados pela Ferrari no lado do motor no ano passado que nos levou a ir em novas direções para encontrar performance. A cooperação entre Brixworth e Brackley também foi muito forte. Os dois departamentos uniram-se e claramente ponderaram o lado da aerodinâmica e da potência. Por outro lado, a proporção apoio aerodinâmico e arrasto é adequadamente equilibrada no carro atual. Temos muita aderência em quase todos as curvas, mas ainda vemos pontos fracos em curvas mais lentas.
“Em algumas corridas do ano passado, vimos mais de 50 quilowatts de diferença de potência (68 hp), para a Ferrari. Para nós, surgiu a tarefa: quanta energia podemos realmente extrair? E a resposta estava no motor de combustão interna. Todas as outras áreas são limitadas. Viramos todas as pedras que pudemos encontrar. Não são alguns cavalos de potência, mas mais.”











