Com um sentimento de missão cumprida, mas com um sabor agridoce quanto ao desfecho da prova, os líderes do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo e Luís Ramalho, saem da Calheta muito otimistas e motivados para o Rali Vinho Madeira. Apesar da desistência, nas sete especiais de classificação que disputou, a dupla do Skoda Fabia R5 Evo mostrou sempre um ritmo muito competitivo, e o desfecho no Rali da Calheta acaba por não espelhar o bom trabalho realizado: “Infelizmente não conseguimos terminar o rali fruto de um toque na última especial, numa altura em que estávamos a experimentar uma afinação mais agressiva. O carro teve uma reação inesperada à saída de uma curva e nas estradas madeirenses sabemos que qualquer deslize se paga caro. Estávamos a fazer um rali muito positivo, fomos sempre os líderes entre as equipas continentais e num lugar do pódio. Apesar deste final menos bom, estamos satisfeitos com a nossa prestação”, começou por dizer Armindo Araújo.
Numa prova que serviu de preparação para o Rali Vinho Madeira, o piloto de Santo Tirso sai da Calheta com grande otimismo quanto à próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis. “Fizemos um excelente trabalho com vista ao Vinho Madeira e conseguimos testar várias afinações para percebermos o que melhor nos servirá daqui a pouco mais de quinze dias. Saímos daqui com a clara sensação que poderemos ter um ritmo muito bom para o rali e estamos confiantes para lutar pela vitória no CPR”, disse ainda o líder do campeonato.











