O limite orçamental é uma realidade, depois de muitos anos de avanços e recuos. Ross Brawn acredita que era imprescindível avançar para esta medida, caso contrário a F1 ficaria em perigo.
O limite orçamental já era discutido há muito tempo, mas a pandemia obrigou a repensar de forma mais vincada a F1 e o acordo foi finalmente possível. Ross Brawn congratula-se com esse facto e acredita que sem o limite, a F1 veria sair algumas equipas:
“Acho que sem a capacidade dessas equipas de chegarem às chefias das marcas e dizerem “a Fórmula 1 é vital e custará menos no futuro’, não acho que teríamos retido o número de fabricantes ou grandes equipas que temos “, afirmou. “Quando um fabricante faz ajustes económicos necessários, se a Fórmula 1 ainda existe com gastos ilimitados, é difícil ter argumentos para defender a manutenção da equipa”, admitiu.
“Acho que mantivemos todos os principais atores envolvidos, e isso porque conseguimos dizer que somos sustentáveis do ponto de vista económico”.
Referindo-se aos regulamentos de 2022, Brawn disse: “Os regulamentos estão mais focados no que consideramos serem as áreas com as quais os fãs se envolvem mais, em vez de gastar muito dinheiro em coisas que os fãs não sabem. Acho que os carros terão melhor aparência. Certamente serão capazes de competir entre si de forma mais eficaz.”











Das marcas, que são quatro (acho), só uma se queixava, e mesmo essa até há pouco não era explícita. As outras parece-me que não colocavam esses problemas. Outra coisa é algumas equipas. Mas não é a mesma coisa.
Independentemente de quem se queixou, o tecto orçamental tinha de ser implementado para nivelar os gastos pelas equipas. Ter 3 equipas que podem gastar o triplo ou quadruplo das outras e com isso explorar muito mais ideias, que lhes dá uma vantagem técnica, tinha de acabar.