Em 2018, a Williams, na busca por patrocinios, deu uma excelente hospitalidade no Grande Prémio dos Estados Unidos à Rich Energy. Mas, mais tarde, seria informada que a marca de bebidas energéticas iria patrocinar a Haas.
Hoje, esse negócio pode ter sido extremamente benéfico para a equipa de Grove. Para 2019, depois de perder o patrocínio da Martini, nos testes de pré-temporada, a Williams anunciou um acordo com a RoKiT, empresa de telelcomunicações. Cinco meses volvidos, e a parceria era prolongada até 2023.
Entretanto, chegou 2020. A Williams perdeu Robert Kubica e a PKN Orlen, que decidiram ir com o piloto polaco para a Alfa Romeo. Apesar disso, chegou Michael Latifi, pai do piloto Nicholas Latifi. Latifi tem 10% da McLaren, mas, em abril deste ano, ajudou a Williams com 50 milhões de libras, devido à crise económica causada pela pandemia coronavírus (COVID-19).
Ontem, as coisas pioraram e foi anunciado pela direcão da Williams Grand Prix Holding algumas hipóteses: a de tentar angariar investimento ou até a potencial venda de toda a companhia – (CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS).
Para além disso, a Williams anunciou que tinha terminado a parceria com a RoKiT, com Claire Williams a afirmar que “todas as obrigações contratuais com a RoKiT foram cumpridas”.
Numa altura em que as receitas do grupo Williams diminuíram para 160,2 milhões de libras em 2019, comparado com os 176,5 milhões de libras em 2018, as receitas da equipa da Fórmula 1 diminuíram para 95,4 milhões de libras em 2019, analisando o futuro da Williams, o f1.com afirmou que: “os números mostram que a empresa de telecomunicações deve à Williams um montante significativo, cerca de 10 milhões de libras – para o período até ao final de 2019”. No f1.com, também se acrescentou que “é provável que quando os resultados de 2020 forem revelados, exista um montante adicional por liquidar”.










