No contexto das medidas que vão ser implementadas e que o AutoSport teve conhecimento (LER MAIS AQUI) que as super especiais não são aconselhadas realizar, mas a FPAK não as vai proibir, uma vez que os clubes podem ter que cumprir compromissos previamente estabelecidos nesse sentido, com os seus patrocinadores, mas para que se realizem vai haver um conjunto de regras a seguir e que começam logo pela ausência de público, ou em alternativa, zonas previamente reservadas com forte limitação do número de espectadores onde será, como em todo o lado, obrigatório o cumprimento das normas de segurança impostas pela DGS.
Toda a gente que marcar presença terá do fazer com máscara, como sempre quando estiver em zonas onde se prevê haver mais gente, quer seja em zonas muito movimentadas ou em supermercados, por exemplo. Para além disso, todo o percurso terá de estar perfeitamente isolado e bem vigiado pela polícia.
Como se percebe, a FPAK não impede a realização de super especiais, mas condiciona bastante o que estas têm de mais válido, que é levar os ralis perto das populações. Um mal menor, neste ano diferente de tudo o que estávamos habituados e que agora tivemos que mudar.
Sempre que possível a prova deverá ser transmitida de modo a que os adeptos possam ver, por exemplo, online, algo que já sucede em muitos outros casos. Uma excelente contrapartida para colmatar a ausência de público.
Não é a situação ideal, mas pelo menos poderá haver super-especiais…











Como já nos habituamos neste periodo, afirma-se tudo, quer-se tudo…e o seu contrário. Se as SuperEspeciais, são um grande postal promocional do retorno em força dos ralis ás zonas mais urbanas, e se o objectivo era ter a competição junto das comunidades transversalmente, se não pode haver publico ou tem de ser limitadíssimo, gora-se totalmente o target: a emoção de assistir a um rali fica insensível; o sentido comercial, de marketing e exibicional fica diminuido. Não se proibe, mas restringe-se de tal forma que terá pouco sentido realizá-las. Serão fantasma. Em termos de saúde pública entende-se perfeitamente, não se entende… Ler mais »
Perfeitamente de acordo. Se as pessoas estiverem mais recuadas (onde for possível), provavelmente cria-se espaço. Claro que não é a mesma coisa que estar a ver “em cima”.