O CEO da Fórmula 1, Chase Carey admite que apesar de ser fortemente improvável, pode acontecer não haver qualquer corrida de F1 em 2020. Como se sabe, a Liberty Media está a trabalhar num calendário que prevê corridas à porta fechada nos primeiros meses de verão e num calendário que começa na Europa, estende-se à Ásia, Américas, para terminar no Médio Oriente em dezembro, que nesta fase já deverá poder ter espectadores nas bancadas.
A Indycar e o MotoGP têm planos semelhantes para o regresso, mas a F1 está numa fase de discussão com os promotores que têm contratos e também com pistas que não constam do calendário para 2020, mas que podem ter que ser utilizadas para garantir um número de corridas suficiente. No entanto: “não há garantias, e admite-se a remota possibilidade de não haver corridas em 2020” disse Chase Carey que viu as receitas da Fórmula 1 caírem fortemente em 2020, tal como seria de esperar, com a disciplina a perder cerca de 200 milhões de dólares só no primeiro trimestre de 2020.












