A saída da Audi do DTM provocou ondas de choque no campeonato e o futuro é negro. Mas Klaus Fröhlich, membro do conselho de desenvolvimento da BMW, acredita que ainda há futuro para o Meisterschaft.
A posição do DTM ficou fragilizada quando a Mercedes resolveu deixar o DTM para se focar na Fórmula E. A entrada da Aston Martin pela R-Motorsport, pareceu um balão de oxigénio, enquanto a regulamentação Class Onde ganhava força, mas a saída da R-Motorsport, seguida da saída da Audi, deixou apenas a BMW como fornecedora, uma situação muito delicada para o campeonato. Fröhlich ainda acredita no potencial da competição:
“Acredito que a série ainda seja muito atraente e tenha uma perspectiva de futuro”, disse ao Süddeutsche Zeitung. “A curto prazo, a abordagem anterior do DTM tem um problema, e talvez tenhamos que pensar fora da caixa. Certamente haverá uma pausa para reflexão e talvez uma interrupção. Mas o DTM já parou na sua história e voltou. ”
O anúncio da saída da Audi foi uma surpresa e a postura da marca foi criticada:
“ A decisão surpreendeu-me e decepcionou-me. E acho não apenas surpreendente, mas também antidesportivo desistir e não falar connosco, como um segundo parceiro, antes do anúncio.”, disse Fröhlich.
“Quando a Mercedes saiu, Ola Kallenius (CEO na época) ligou-me pessoalmente e explicou como e porquê. Foi tudo profissional. Não vimos isso da Audi.“
Fröhlich também criticou a afirmação da Audi de mudar o foco para a Fórmula E, uma série onde a BMW compete:
“Não consigo entender a afirmação ‘Estamos a apostar na Fórmula E nos carros elétricos em vez de permanecer no DTM’, precisamente porque o DTM quer-se tornar totalmente elétrico até 2025”, disse Fröhlich.
“Não cabe a mim avaliar outra empresa. Mas, do meu ponto de vista, a Audi está a passar por um processo de reestruturação. Se foi mais sustentável cortar o pilar do DTM e se a Fórmula E é mais viável a longo prazo para comunicar a mobilidade elétrica… coloco um ponto de interrogação nisso. ”










