O anúncio da saída da Audi do DTM no final de 2020 – sem se saber o que se poderá correr ainda em 2020 – colocou uma nuvem ainda mais negra sobre o futuro a curto prazo da competição, e existem receios crescentes sobre a viabilidade do campeonato alemão de carros de turismo.
O antigo piloto de F1, Gerhard Berger que dirige a série, admite ter ficado chocado com a súbita decisão da Audi de sair no final de 2020, o que deixará o DTM apenas com um fabricante de automóveis, a BMW: “Estes são dias muito difíceis para nós”, disse Berger à agência noticiosa DPA.
“Como se pode calcular, estamos neste momento a levar a cabo muitas conversas nos bastidores, e se já não seria fácil discutir o que fazer ainda em 2020, Berger também tem que olhar para 2021: “Temos de esclarecer essa questão com todos os envolvidos e vai certamente demorar algum tempo”, disse Berger, que no meio da pandemia, juntamente com a sua equipa está a fazer “tudo o que é possível” para “colocar os carros de volta à pista o mais depressa possível. Espero que ainda possamos ter grandes corridas na segunda metade desta temporada”, concluiu.











