O antigo diretor da equipa de Fórmula 1 da Force India, Vijay Mallya, perdeu o seu recurso no Supremo Tribunal do Reino Unido contra a sua extradição para a Índia e agora tem 14 dias para requerer autorização para recorrer para o Supremo Tribunal do Reino Unido. Se Mallya decidir não prosseguir nessa via, o caso irá então para o Ministério do Interior do Reino Unido. Recorde-se que Mallya é há muito procurado na Índia por acusações de fraude relacionadas com a Kingfisher Airlines, companhia aérea que entrou em colapso em 2012, ficando para trás mil milhões de dólares em empréstimos não pagos.
Ainda em 2017, a polícia britânica deteve Vijay Mallya ao abrigo do pedido de extradição da Índia, onde é acusado por fraude. O empresário deixou a Índia em Março de 2016, com dívidas de mais de um bilião de dólares, depois de ter faltado com pagamentos de um empréstimo que alegadamente desviou. Mallya foi posteriormente liberto sob fiança em abril, depois do pedido de extradição emitido pela Índia em fevereiro. Os investigadores indianos exigem que o empresário de 61 anos seja deportado para a Índia com base em acusações de fraude relacionadas com desfalques bancários. Vijay Mallya insistiu na sua inocência negando veementemente as acusações que lhe são dirigidas no seu país, depois de uma audição num tribunal de Londres em junho.
Em junho de 2018, Vijay Mallya deixou o cargo de diretor da Force India, mas permaneceu como chefe da equipa na Fórmula 1. Já na altura se falava da venda da equipa e a passagem da equipa para uma equipa B da Mercedes.










