Entre vitórias em troços, na prova e na PowerStage, Armindo Araújo já lidera o Campeonato de Portugal de Ralis com 12,42 pontos de avanço para Bruno Magalhães, que soma 24,38. Já Ricardo Teodósio arranca a competição com 20,76, menos 16,04 que o líder.
Como se sabe, houve alterações de última hora nas pontuações: O ano passado existiam pontuações de 1º (25), 2º (20), 3º (17), etc, mas este ano há um dado novo importante, a PowerStage.
Por isso passou a haver 30 pontos para o vencedor, 22 para o segundo classificado, 19 para o terceiro, 16, 13, 11, 9, 7, etc, e a razão desta mudança explica-se facilmente. É que existia o risco que o somatório de pontos do segundo classificado acabasse por ser maior que o vencedor do rali, pois continua a haver 5 pontos para dividir pelo número de troços na prova, neste caso (5:13=0,39) e agora mais três pontos da vitória na PowerStage (2 e 1 para o segundo e terceiro)
Com a pontuação antiga, um segundo classificado podia fazer, por exemplo, 20 (2º lugar) +3 (vitórias em troços) +3 (PowerStage)=26 e o vencedor do rali poderia somar somente 25. Seria desvalorizar o triunfo.
Assim, o segundo classificado pode somar, 20 (2º lugar) + exemplo: 4,5 (vitórias em troços) +3 (PowerStage)=27,5 pontos. Não alcança os (pelo menos) 30 do vencedor do rali, sendo que quem ganha passa a ter maior benefício pelo triunfo na prova.













