Ao contrário do que os rumores diziam, o novo carro da Ferrari, o SF1000, é uma evolução lógica do SF90 e não uma revolução ao nível do conceito.
A base do trabalho dos engenheiros da Scuderia, o SF90 tinha qualidade pelo que fazia todo o sentido evoluir esse conceito por mais um ano, antes da chegada dos novos regulamentos. No entanto Mattia Binotto avisou que o carro embora pareca igual, é completamente diferente:
Sebastian Vettel elogiou a evolução feita:
“Quando olhamos para a traseira do carro, tudo está mais apertado”, disse Vettel. “Encontramos algumas soluções inteligentes para conseguir isso. Mal posso esperar para o guiar, pois é mais emocionante do que olhar. Também é um pouco mais vermelho do que no ano passado, então acho que está ótimo.”
Binotto, entrando em sua segunda temporada como chefe de equipa da Ferrari, afirmou que a equipe adotou “conceitos extremos”:
“Certamente os regulamentos permaneceram estáveis, por isso é realmente difícil transformar completamente o carro”, disse Binotto. “O ponto de partida desse carro é o SF90, mas certamente fomos extremos em todos os conceitos, tanto quanto pudemos. Desenvolvemos o carro para procurar o máximo desempenho aerodinâmico, maximizar o nível de apoio aerodinâmico. Para isso o carro inteiro, o monocoque, o layout da unidade motriz, a caixa de velocidades foram colocados no chassis de forma a ter uma forma de corpo esbelta e estreita, eu acho que é realmente visível”.
“Trabalhamos em todos os componentes, a suspensão foi projetada para ter maior flexibilidade na pista, para facilitar a afinação, tentando adaptar a afinação para o que melhor se adapte aos pilotos, seja qual for o circuito. Trabalhamos muito na unidade de potencia, em cada componente, para obter desempenho, mas também para lidar com as regulamentações técnicas, como o consumo de óleo reduzido em 50%. Pode parecer muito semelhante ao ano passado, mas acredite: é completamente diferente e muitos conceitos são muito extremos nesse carro”.








