Com a tomada de posse do actual governo brasileiro, cedo foram ouvidas críticas por parte dos novos governantes ao acordo entre a McLaren e a Petrobrás, no valor de mais de 170 milhões de euros em cinco anos.
O fim da parceria era já um dado adquirido e foi confirmado pela McLaren em comunicado:
“A Petrobrás e a McLaren Racing concluíram seu contrato técnico e de patrocínio por consentimento mútuo . A parceria produziu claros avanços tecnológicos em combustíveis e lubrificantes e identificou oportunidades para futuras colaborações nos campos comercial, tecnológico e de responsabilidade social entre as duas empresas”.
O diretor executivo da McLaren, Zak Brown, acrescentou: “Gostaríamos de agradecer à Petrobrás pela parceria e apoio. Temos um grande respeito pelas suas capacidades técnicas e científicas e não há dúvida de que os técnicos da empresa fizeram um progresso substancial no tempo em que trabalhamos juntos. Desejamos à Petrobrás todo o sucesso e esperamos vê-los de volta ao desporto no futuro.”
Roberto Castello Branco, CEO da Petrobrás, afirmou: “Reconhecemos a importância da McLaren no automobilismo global e estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos durante os dois anos da nossa parceria. O projecto permitiu à Petrobras desenvolver gasolina e lubrificantes de alta tecnologia por meio de pesquisas com novas matérias-primas e testes realizados em condições extremas. O desenvolvimento tecnológico será utilizado em lubrificantes e combustíveis. Vemos na McLaren um compromisso com a inovação e também a possibilidade de futuras parcerias. ”










