Mais uma vez, a Mercedes voltou a levar a melhor ao nível da estratégia mas, para isso, contou com novamente com o talento de Lewis Hamilton.
O piloto britânico conseguiu gerir os pneus duros durante 47 voltas, o que lhe deu a possibilidade de vencer no México, contra todas as expectativas. Toto Wolff admitiu que a equipa não estava confiante na estratégia escolhida, mas que foi necessário uma aposta ambiciosa para fazer frente aos Ferrari:
“Não estávamos convencidos”, disse Wolff sobre os pneus. “Havia dois factores principais. Sabíamos que tínhamos que correr um risco, visto que começávamos em terceiro e sexto. É mais fácil criar estratégias ousadas, com um bom carro, o que tínhamos hoje, e pilotos fantásticos, então sabíamos que precisávamos fazer algo diferente. E vimos Ricciardo a fazer muitas voltas com os pneus duros, acho que ele fez 30 voltas e continuava competitivo. Depois tivemos uma discussão e, no final, o James [Vowles] e o seu departamento de estratégia optaram por fazer um stint muito longo “.
“Sabíamos que seria difícil e até o melhor piloto precisa contar com o material”, acrescentou Wolff. “Quarenta e sete voltas pareciam quase impossíveis, mas então, quando olhamos para os dados do primeiro stint de Ricciardo e do Max [Verstappen], estavam com um bom ritmo, por isso fazia sentido. “
“Vettel era a maior preocupação”, explicou. “Pensamos que duas paragens seriam o principal plano no começo. Mas, no primeiro stint os pneus comportaram-se tão bem e mantiveram-se muito melhores do que o esperado que, logo no início, mudamos para uma paragem. Por isso, ficamos surpreendidos com o facto de [Charles] Leclerc ter-se comprometido tão cedo com as duas paragens. Vettel era a preocupação para nós. “












