Depois de três época, sempre a melhorar, terá sido difícil para a Ocon ficar sem lugar para 2019 tendo de enfrentar uma época a ver as corridas por fora.
O jovem francês não se deixou abater e continuou a fazer o seu trabalho como sempre, sabendo que tinha do seu lado a Mercedes, o que é sempre um trunfo importante. Ocon considera que este ano de “sabática” foi útil e que o tornou mais forte:
“Este ano foi difícil mentalmente e emocionalmente também, vendo todos a andarem tão bem e eu “encostado”. Não é algo particularmente bom ”, disse Ocon ao Motorsport.com. “Mas acho que só pode tornar-me mais forte e com mais vontade ainda para voltar.”
“Eu não pilotei tanto quanto gostaria. No passado podíamos testar os carros e fazer milhões de quilómetros. Fiz isso no simulador. Testei todas as peças que a equipa colocou nos fins de semana. Portanto, estou ciente de todas as últimas notícias da actual geração de carros. Acho isso positivo. Por outro lado, não estar a pilotar também me permitiu aprender a outra parte do mundo da F1, o que é mais experiência, mais conhecimento para mim e mais coisas aprendidas para o futuro. Vendo o que a equipa espera de um piloto, algumas coisas em que não conseguimos pensar quando estamos a correr.”
“Como o Toto [Wolff] diz, quanto mais coisas vejo, mais conhecimento tenho para o futuro, mais experiência ganho no final. E isso faz de ti um atleta melhor, também um piloto melhor”
Ocon regressará no próximo ano com a Renault e quererá continuar o que deixou a meio… justificar que é um dos talentos do futuro.










