Na sequência do cancelamento da Baja TT Vindimas do Alentejo, o organizador, o CPKA – Clube de Promoção de Karting e Automobilismo, anunciou que vai processar o estado. Este fim de semana a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) decretou alerta vermelho para 10 distritos de Portugal, devido ao risco agravado de incêndios: Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Lisboa, Portalegre, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu estão na lista pelo que podem continuar a ser anuladas provas. Eis o comunicado do CPKA – Clube de Promoção de Karting e Automobilismo
CPKA VAI PROCESSAR O ESTADO
O CPKA – Clube de Promoção de Karting e Automobilismo, enquanto organizador da Baja TT Vindimas do Alentejo, vai processar o Estado, pelos prejuízos provocados pela interrupção da prova no passado sábado, não só à organização, mas igualmente aos pilotos, equipas, patrocinadores, parceiros, prestadores de serviços e todos os demais, que foram afetados com o despacho injustificável, em que o critério apenas proibiu a realização de provas de automobilismo em zonas de alerta laranja e não em zonas de alerta vermelho conforme aconteceu em Amarante e Baião, na Serra da Arrábida e na Serra do Caramulo.
O Governo alterou o decreto de lei em causa na noite de sexta-feira, apenas e somente, para permitir a realização de fogos de artificio, ignorando as solicitações do presidente da Câmara Municipal de Beja, enquanto Comandante da Proteção Civil, bem como de outras entidades, para que a alteração do mesmo decreto de lei contemplasse também a autorização para continuidade da Baja TT Vindimas do Alentejo, um evento que se realizava apenas e somente em zonas rurais e com os meios adequados e obrigatórios para a prevenção e combate a incêndios, numa área onde não existe floresta e que a previsão sempre apontou para a descida das temperaturas, conforme aconteceu e onde inclusivamente choveu nos dias 8 e 9 de setembro.
O CPKA, vai pedir a todos os pilotos, equipas, patrocinadores, prestadores de serviços, que quantifiquem os seus prejuízos, para exigir ao Estado os milhares de euros de prejuízos causados.












