O calendário para este ano está mais diversificado tendo vários formatos, que vão desde provas de quatro horas (Silverstone e Xangai), seis horas (Fuji, São Paulo e Spa), oito horas (Barhein), 1000 milhas (Sebring) e inevitavelmente de 24 horas (Le Mans). O regresso de São Paulo saúda-se pois o WEC volta à América do Sul, a prova do Bahrein (também de regresso) com a duração de oito horas poderá tornar-se interessante e as outras provas já são conhecidas dos fãs.
Outra das novidades positivas é o espaço mais regular entre provas, o que não aconteceu no ano passado devido à extensão temporal da Super Season. Este ano as provas aparecem espaçadas de forma mais homogénea, o que favorece também a competição. Este calendário é um upgrade em relação a anteriores e apresenta pistas interessantes com formatos variados. Aqui os responsáveis do campeonato fizeram um bom trabalho. Os responsáveis do WEC quiseram ter em atenção as sobreposições com a Fórmula E, sabendo que vários pilotos e técnicos competem nos dois campeonatos. A prova de Spa, por exemplo, foi adiada para evitar esse tipo de problemas. O ACO pediu que os responsáveis da Fórmula E tivessem o mesmo cuidado para evitar que os pilotos tenham de optar por apenas uma das provas. O calendário do WEC não deverá ser mais alterado, faltando esperar que a agenda da Fórmula E evite datas sobrepostas. Sam Bird, por exemplo, foi uma das vítimas e ficou sem lugar na Ferrari por causa da indefinição do calendário da Fórmula E.












