Com a época de 2019-2020 à porta, os adeptos do Mundial de Endurance há muito já pensam também na temporada seguinte, a de 2020-2021, em que vão entrar na liça os novos híper-carros. Numa altura em que as regras já estão definidas, resta agora aguardar por novos desenvolvimentos que possam permitir um WEC forte, o que para já está longe de estar garantido.
Contudo, segundo Pierre Fillon, Presidente do Automobile Club de l’Ouest (ACO), diz que há hipóteses dos carros da IMSA e WEC poderem competir em ambas, embora para já não exista acordo, somente uma aproximação.
Com o Prólogo do WEC à porta, Fillon referiu ao Endurance-Info que apesar da saída da SMP Racing: “Temos uma boa grelha, vamos ter uma boa época. A saída da SMP Racing é uma desilusão, mas foi escolha é deles” começou por dizer Fillon, que deposita esperança que o EoT (equivalência de tecnologia) possa permitir que o plantel da LMP1 possa ser equilibrado: “Ainda vamos ter uma luta em LMP1, fomos capazes de fazer um EoT nas 24 Horas de Le Mans que permitiu que o segundo tempo absoluto tenha sido estabelecido por um Rebellion e isso ainda pode ser melhorado”, disse.
Quanto aos Hipercarros: “Temos dois fabricantes empenhados, a Aston Martin e a Toyota, vimos o Aston Martin Valkyrie em Silverstone, que é promissor. Há quatro outros fabricantes à volta da mesa. Agora, as regras estão fixadas, as marcas conhecem-nas e podem trabalhar nelas. Por isso, estamos para 2021”, disse Fillon, terminando com as discussões com a IMSA: “Estamos em constante discussão. Eles estão a estudar os seus novos regulamentos DPi para 2022 e nós temos os hipercarros, que arrancam em 2020.
Ainda queremos ver se conseguimos equilibrar as duas séries e garantir que os carros podem correr em ambos os campeonatos. Temos que estar confiantes.”









