É sabido que decorre negociações com algumas pistas, cujo contrato chegou ao fim para definir a sua permanência na F1. Chase Carey abriu a porta de saída a duas provas.
O chefe da F1 afirmou que não pretende aumentar ainda o número de provas, algo que deverá ser feito com tempo (caso alguma vez seja feito, pois as equipas não o querem). Assim, com a entrada de Zandvoort e do Vietnam, o cenário quase inevitável é a saída de duas pistas do actual calendário:
“Acho importante termos alguma novidade no nosso calendário, mas não queremos estragar tudo a cada ano”, disse ele à La Presse, em Montreal. “Estamos orgulhosos de ter relacionamentos duradouros com muitos promotores e o objectivo é construir parcerias de longo prazo. Quanto ao número de Grandes Prémios, vamos esperar antes de qualquer aumento. Se tivermos dois novos eventos na próxima temporada, o número de eventos permanecerá estável. ”
México, Espanha, Alemanha, Inglaterra e Itália são os GP que poderão sair. Apesar de avanços e recuos, Itália e Inglaterra deverão manter as provas, já no caso mexicano parece pouco plausível a continuação (uma pena caso se confirme pois tornou-se num dos melhores eventos do ano). O caso espanhol e alemão parecem os mais indefinidos nesta fase. Mas depois das declarações de Carey parece certo que destes cinco países, dois deixarão de receber a F1.










