A Williams apresentou resultados financeiros positivos em 2018, apesar do desempenho mau em pista, da partida do patrocinador Martini e da perda do apoio associado aos pilotos de 2018, Lance Stroll e Sergey Sirotkin.
Os números anunciados na sexta-feira mostraram que tanto a equipa de F1 como a empresa irmã, a Williams Advanced Engineering geraram um aumento na receita em comparação com 2017. A receita da equipa de F1 subiu de 147 milhões de euros para 152 milhões de euros.
A equipa obteve receitas da organização da F1 com base nos quintos lugares das duas épocas anteriores (2016 e 2017), enquanto o seu desempenho financeiro foi suportado por um “item não recorrente e pontual”.
Mike O’Driscoll, CEO da Williams, admite que a equipa passa por momentos difíceis:
“A nossa equipa de F1 tinha grandes expectativas de que poderíamos construir nestes quatro anos de desempenho muito sólido no Campeonato de Construtores, mas, infelizmente, estamos a lutar para manter o ritmo.
As medidas de teto orçamental para 2021 agradam imenso ao CEO da Williams:
“Existe uma grande diferença nas despesas de competição entre as equipas líderes e o resto da grelha, mas estamos cada vez mais esperançosos da visão a longo prazo da Liberty Media e os planos para o futuro do desporto possam proporcionar um equilíbrio em todas as equipas. Entretanto, estamos intensamente focados em melhorar o nosso próprio desempenho, após um início difícil nesta época.”












