Depois de dois resultados desapontantes e vários problemas nas unidades motrizes da Renault, Nico Hulkenberg tentou retirar um pouco da pressão no departamento responsável pela unidade motriz francesa.
O piloto alemão, que foi obrigado a desistir devido a problemas técnicos, afirmou que não vale a pena criticar os homens dos motores e que a equipa precisa trabalhar de forma unida:
“É difícil de engolir. Não apenas para mim, mas para todos. É nestes momentos que percebemos que a F1 é um desporto colectivo. O pessoal dos motores em Viry em especial e todos em geral ficaram arrasados. Não adianta criticar. Temos de trabalhar unidos.”
“Obviamente, já temos algum historial com estes problemas, por isso queremos resolve-los rapidamente. Mas eu não tenho a resposta ainda para isso.”
Apesar dos problemas, Hulkenberg ficou animado com o potencial que o carro evidenciou
“Sempre senti que estávamos na luta. Estamos com as equipas do meio da tabela. Talvez às vezes Haas possa ser um pouco mais rápida, mas nós estamos perto. É muito renhido. Talvez esteja ligado também à especificidade da pista, mas sempre senti que não estávamos muito longe deles e até mesmo da liderança do meio da tabela. Acho que as coisas ainda estão próximas. Como vimos, a McLaren não ficou muito atrás e a Alfa também estava lá, então são os pormenores que fazem a diferença. Estamos numa boa posição, mas temos de continuar o desenvolvimento do carro.”









