Antonio Giovinazzi, George Russell, Lando Norris e Alexander Albon, são os rookies de 2019, e vão tentar tudo para dar nas vistas, pois sabem que se não cumprirem os objetivos, a porta de saída é serventia da Fórmula 1. Giovinazzi é o mais “avançado”, mas ter Raikkonen como colega de equipa pode ser mais perigoso que benéfico. Veremos como o italiano vai responder à pressão de ver Leclerc ao volante de um Ferrari, ao peso de ser um italiano que pode fazer regressar a “tricolore” aos flancos dos carros de Maranello e ajudar a Alfa Romeo Racing a progredir.
George Russell também não terá dias fáceis na Williams. Kubica pode ter problemas no braço direito, mas a motivação e a resiliência do polaco, podem juntar-se à pressão das elevadas expetativas que todos, na Mercedes e no ambiente da Fórmula 1, têm. Campeão de Fórmula 2, George Russell é um talento em quem a Mercedes muito confia.
Quanto a Lando Norris e Alexander Albon, vão ter nos colegas de equipa ossos duros de roer. Na McLaren, Carlos Sainz quer provar que é um piloto de elite, na Toro Rosso, Kvyat deseja deixar uma imagem diferente da que ficou quando saiu pela porta pequena da RedBull. Será uma temporada muito interessante de acompanhar nesta luta dos jovens lobos na busca de um lugar de destaque.
Tudo isto num ano extraordinário que repete 2010: os três melhores da divisão inferior á Fórmula 1 (em 2010 era a GP2 Series, hoje é a Fórmula 2) ascenderam à divisão principal. Há nove anos, Nico Hulkenberg, Vitaly Petrov e Lucas di Grassi, subiram à F1.










