Esapekka Lappi e Janne Ferm, tal como acontece com inúmeros pilotos nórdicos, começaram, muito jovens, a fazer corridas sob lagos gelados locais, pelo que, apesar de apenas terem estado à partida do Rali da Suécia por duas vezes, têm uma sensação genuína de como se anda nestas condições fora do comum, onde são necessárias habilidade e bravura em iguais doses. Basta olhar para o seu desempenho na edição do ano passado, prova que terminaram com um brilharete no domingo, quando começaram por alcançar um 2º melhor tempo (a apenas 1,3 segundos dos mais rápidos), para depois registarem duas vitórias absolutas em troços, incluindo a própria Power Stage. Esta cartada catapultou-os, então, para o 4º lugar final à geral, pelo que há que contar com eles para lutar por um lugar no pódio na edição deste ano, até porque poderão aproveitar o facto de serem os 10ºs a entrar para os troços na ordem de partida inicial:
“Se as condições permanecerem iguais às que tivemos nos testes, então a camada de gelo será tão fina que é muito provável que a terra apareça muito rapidamente à superfície, significando que teremos de fazer uma boa gestão dos pregos nas segundas passagens. Aconteça o que acontecer, temos uma boa posição de partida. As especiais são rápidas, tal como eu gosto, e sinto que fizemos um bom trabalho nos testes. Só espero que desta vez tenhamos um pouco de sorte do nosso lado e o nosso trabalho será, decerto, recompensado”, disse Esappeka Lappi.










