Vencedor do Dakar nas motos em 2004 e dez anos depois, com um Mini, em 2014, Nani Roma está de regresso ao pódio do Dakar, já que foi segundo, 46 minutos atrás de Nasser Al Attiyah. O espanhol fez uma corrida consistente, sabia que não tinha rapidez para Attiyah, Peterhansel, Loeb e Sainz, e por isso apostou na consistência, uma medida que se afigurou muito bem pensada, já que lhe permitiu chegar numa posição que em termos normais não alcançaria, nem de perto:
“Estamos contentes, porque foi uma corrida muito dura, houve muitos dias muito desgastantes e stressantes. Na verdade, nunca tivemos um segundo de descanso. Estou feliz por ter terminado no segundo lugar. Definimos uma estratégia e seguimo-la até o fim. No entanto, o meu navegador feriu-se nas costelas e sofreu muito na fase final do rali.
De qualquer forma, é um grande sentimento, especialmente porque o valor de um resultado também depende do valor dos adversários que tivemos de enfrentar e quando se luta contra pilotos como Sébastien Loeb, Carlos Sainz, Stéphane Peterhansel ou Nasser Al Attiyah, isso significa muito.
O Nasser fez uma corrida perfeita, não cometeu erros, e merece inteiramente a sua vitória, inegavelmente, parabéns para ele. Mas esta edição, com muitas dunas, areia e fora de pista, foi feita à sua medida…”












