A ‘guerra’ entre a Ferrari e a FIA/Liberty Media está um pouco mais calma, mas, no Salão Automóvel de Genebra, o presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, reforçou a sua ameaça de abandonar a Fórmula 1 ao dizer que a equipa de Maranello poderia competir nos Estados Unidos da América. O presidente da FIA, Jean Todt, já respondeu, dizendo que a Ferrari era livre para sair da competição após 2020.
“Na época do Enzo Ferrari, eles eram a única equipa que produzia o chassi e o motor e eles precisavam de proteção. Os tempos mudaram. Se a Ferrari sair, será por escolha própria. Eles podem fazer o que quiserem. É claro que espero que não o façam, mas não pode ser descartado”, disse Todt.











Então vamos lá apresentar a versão da Ferrari, que nunca vejo escrito, concorde-se ou não: O direito de veto foi-lhes a atribuído em 1980. E de lá para cá foi exercido 1 só vez e por razões económicas e não técnicas. É que se a Williams ou a McLaren não sabem ou não são capazes de construir motores, à Ferrari não tem que ser imposta a venda dos seus motores e ainda por cima pelo preço que os que nada fazem, querem impôr. Mais. O domínio esmagador da Mercedes nesta era do V6 híbridos, que teve início em 2014, podia… Ler mais »
Gira o disco e toca o mesmo.
No final desta temporada (conforme corra à Ferrari) iremos voltar a ouvir a mesma ameaça. E no início da próxima e da seguinte e da seguinte…
Já estão Cansados de Perder , vão amuar e Vão Embora pelos Vistos !!!