A diferença entre a Mercedes e a Ferrari é o hábito de ganhar, esta é a opinião de Maurizio Arrivabene, chefe de equipa da Ferrari. Em 2017, Sebastian Vettel terminou a primeira metade da temporada bem encaminhado para o título, mas uma segunda metade desastrosa, com erros dos pilotos e alguma fraca fiabilidade do monolugar, hipotecaram o regresso da Scuderia aos títulos.
“Para a Mercedes, o primeiro lugar é um hábito, isto é o que nós queremos que seja para nós no futuro. Estamos próximos, mas o facto é que não fomos competentes o suficiente para vencer o campeonato. Se não respeitarmos a equipa que venceu os últimos quatro títulos, quem vamos respeitar? Para mim, esta série de vitórias está na organização deles. Mas é o hábito de ganhar que faz a diferença. Ás vezes, festejas uma pole position, mas terminar em primeiro na qualificação ou na corrida tem que ser um hábito, tem que ser algo natural. Vamos ter de trabalhar melhor em 2018, mas sabemos o que temos de fazer melhor, o que é bom”, disse Arrivabene à Speed Week.










Pois eu acho que a diferença é mesmo só a organização, o que inclui a gestão de pilotos. No caso dos pilotos, a Scuderia tem desde sempre o mau hábito de “levar um ao colo” e desprezar o outro, este modelo já os fez perder muitos campeonatos, porque é normal que o desprezado se desmotive e acabe por ter dificuldade em dar o seu máximo. Em 2017 foi mais uma vez flagrante essa descriminação exagerada, que acompanhada pelo desastroso comportamento de Vettel durante quase todo o ano, roubou-nos um final de campeonato até à última corrida. A Ferrari parece ainda… Ler mais »
Em parte é verdade. Porque se formos a ver, a Ferrari não ganha mundiais desde 2008… Ora já são quase 10 anos sem ganhar nada como equipa (e 10 anos sem ganhar nada para os pilotos).
Isso faz mossa e notou-se este ano, ao verem-se de volta a uma situação de luta pelos dois mundiais, cometeram erros no pior momento (quando a Mercedes estava a crescer em performance).