Aquando do lançamento do calendário de 2018 do Mundial de Ralicross foi revelado que iriam existir medidas de controlo de custos com “novas limitações no desenvolvimento dos motores, turbos, pneus, relações de caixas de velocidades e também dispositivos aerodinâmicos”.
O número de vedações do motor vai ser reduzida para dois, em vez dos três permitidos desde 2013, enquanto o número de turbos permitidos na temporada de 2018 desce para quatro, depois dos seis que podiam ser utilizados até 2017.
Na nova temporada, cada carro terá direito a 12 pneus para piso seco e 12 para piso molhado nas duas primeiras rondas, passando a oito pneus de cada tipo a partir da terceira ronda.
O modelo da caixa de velocidades vai ter de ser declarado, assim como se é usado diferencial central. As especificações de transmissão e de travões terão de ser iguais a temporada inteira e apenas poderão ser usadas duas engrenagens ao longo do ano.
Finalmente, depois da Peugeot-Hansen e da EKS terem feito mudanças nas asas traseiras ao longo da temporada de 2017, foi criada uma regra para impedir que tal aconteça em 2018, tendo de ser usado sempre o mesmo modelo de asa traseira.











