Lewis Hamilton não sabe o que vai fazer à vida…

Por a 30 Novembro 2017 16:32

Há muito que sabemos que Lewis Hamilton não vai ficar tempo suficiente na F1 para bater todos os recordes que poderia se ficasse. O piloto inglês sempre o disse e agora falou abertamente das suas dúvidas. O seu contrato com a Mercedes termina no final do próximo ano e Hamilton hesita e renová-lo…

Já se percebeu há muito tempo que Lewis Hamilton não vive única e exclusivamente para a F1, mas a verdade é que os tempos conturbados de 2015 já lá vão. Houve um período – recente – da sua vida em que as viagens aos EUA eram constantes e depressa surgiram nas redes sociais provas dos seus périplos pelo mundo, mas agora está bem mais calmo e focado, mas como se percebe, não contem com ele para ficar por aqui muito tempo.

Hamilton sabe que tem capacidade para continuar a ganhar campeonatos, mas o ‘tri’ que o igualou a Senna ‘bateu-lhe’ bem mais do que agora o ‘tetra’. Hoje em dia, vive um dilema, pois parte de si quer continuar, mas por outro lado não quer perder outras coisas boas da vida: “Tenho mais um ano de contrato com a equipa, e a equipa quer que continue, mas estou naquele ponto em que me coloco a questão. Quero mesmo continuar? Se sair, sei que mais tarde vou ter saudades. Há quem diga que se deve ficar o máximo que puder. Não tenho a certeza disso! Há muita vida para lá da F1, há coisas que perdi na vida” disse Hamilton que explicou também que esta linha de pensamento surgiu quando perdeu recentemente uma tia, que lhe confessou que trabalhou a vida toda para poder desfrutar de alguma coisa depois de deixar de trabalhar, mas que a doença não a deixou… E Hamilton diz que pensa nisso: “Quero continuar a correr, mas há outras coisas que quero fazer. Só quero ter a certeza que escolho a hora certa”

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12 comentários

  1. Frenando_Afondo™

    30 Novembro, 2017 at 17:48

    Tal como o AutosportPT não sabe o que fazer com as notícias, então vamos encher chouriços.

    Afirmar que “Há muito que sabemos que Lewis Hamilton não vai ficar tempo suficiente na F1 para bater todos os recordes que poderia se ficasse” é fazer futurismo. Estamos a falar de um piloto muito ambicioso, que gosta de bater recordes, que vive para este desporto. Não é por ele dizer que tem dúvidas, que ele vai sair. Especialmente se as equipas onde milita lhe derem a liberdade de poder fazer o que lhe apetece entre GP´s e nas suas férias.
    Por alguma razão ele se sente à-vontade na Mercedes, porque estes nunca o proibiram de ir passear aos EUA quando lhe dá na telha, desde que cumpra com o objectivo do seu contrato e as cláusulas de performance (que devem ser bem altas, vendo o que lhe pagam). E não me venham com a história que ele perdeu o campeonato de 2016 por estas viagens. Sem aquele motor rebentado e tinha sido campeão. Se calhar não deviam era ter dado férias ao motor… Veio gordo e não aguentou o GP todo.

    Depois temos que ver que ele está numa das melhores equipas do momento, acham mesmo que ele vai desperdiçar? Se ele quisesse sair, tinha ido logo no final de 2016, após ver o quarto título ir por àgua abaixo na Malásia. Depois de ter de recuperar tantos pontos e depois te tantas desavenças com o seu amigo Rosberg. Já tinha o Tri, podia ter-se ido logo embora. Mas não foi porque queria mais. Mas então vocês não noticiaram que ele se ia embora já no final de 2017? Ai espera… Acho que tb ouvi essa a meio de 2016, que se ia embora no final do campeonato se ganhasse o tetra. Não foi… E continuou.

    Sem falar que acredito que ele antes de se ir embora, gostaria de pilotar um par de anos pela Ferrari. Mas isso depende de quanto tempo mais fica Vettel e se surge a oportunidade no momento em que ele decidir fazê-lo.

    Bem, mas continuem, pode ser que um dia ele até se vá embora e assim acertam.

  2. so23101706

    30 Novembro, 2017 at 17:55

    Sim, há mais na vida que a F1. Talvez agora os que dizem que o Rosberg fugiu da F1 com medo de não ser capaz de bater o Hamilton outra vez compreendam esta realidade tão simples.
    Eu não gosto do estilo de vida do Hamilton, mas compreendo-o perfeitamente. Se formos a ver bem as coisas, é bem pouco e vazio ser um desportista – mesmo que seja o mais bem pago e o que tem mais sucesso. É só entretenimento, nada mais. Não é coisa que preencha uma vida. Tem de haver mais qualquer coisa.

    • O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada

      1 Dezembro, 2017 at 9:02

      E faltou referir ai no teu texto que te dava um jeito desgraçado o Hamilton abandonar a F1 para ver, se assim, o teu “heroizinho” conseguia lá chegar…
      Cumpr(i)mentos

      • so23101706

        1 Dezembro, 2017 at 10:37

        Eu não sei quem é que você pensa que é para me tratar por tu, mas uma coisa já percebi: você só anda aqui para meter nojo. Esta foi a última vez que me rebaixei a responder-lhe.

        • O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada

          1 Dezembro, 2017 at 18:40

          Oh forista so(i)…tu sabes bem como isto vai ser, então para quê essa conversa?
          Com essa tentativa do nick percebi que ainda eras mais pequenino do que eu julgava. Afinal, estás a altura do teu “heroizinho”.
          Mas só uma pergunta: já percebeste o trocadilho do México = festa RIJA ou ainda não?
          Cumpr(i)mentos

  3. Helder Carvalho

    30 Novembro, 2017 at 19:45

    A minha opinião sobre está notícia é simples. Lewis Hamilton, já ultrapassou todos os recordes do seu ídolo, Ayrton Senna. Assim sendo e estando ele num desporto perigoso, provavelmente cumprirá contracto e vai gozar a vida, antes que esta se perca num qualquer circuito.
    Penso que é o que ele quer dizer quando se refere ao exemplo da Tia.
    Mas nesta vida há sempre opções que devem ser tomadas e que por vezes nos apanham de surpresa.

    • joaopereira1696

      30 Novembro, 2017 at 22:02

      Fala como se tivessemos nos anos 70 em termos de segurança

      • Helder Carvalho

        1 Dezembro, 2017 at 16:06

        Não. Posso dar-lhe vários exemplos após a década de 70.
        Infelizmente há muitos entre eles Gilles Villeneuve em 1982.
        Sabe quando faleceu Ayrton Senna? Não deve saber, mas eu digo-lhe, 1994!
        E Jules Bianchi? Faleceu em 2014. Sim é verdade, já em pleno século XXI.
        Mas deve ter razão, o problema do Bianchi foi a falta do chinelo. Além do mais os pilotos sobredotados só morriam no século passado.
        Meu caro amigo, antes de me responder, aconselho-o a ler.
        Acha que com os actuais F1 o perigo está definitivamente afastado?
        A minha opinião é que não. Os actuais F1 são obviamente mais seguros, mas o perigo apesar de menor continua lá.
        Cumprimentos.

    • Não me chateies

      30 Novembro, 2017 at 23:52

      Ele não disse que estava com medo de morrer na pista, mas ninguém pode garantir quando vamos desta para melhor. Já não precisa de mais dinheiro, só quer viver a vida enquanto é novo.

  4. João Pereira

    30 Novembro, 2017 at 20:10

    Pelo menos sabemos que Hamilton teve T*mates para defender o titulo 3x mais que que Nico Rosberg. A não ser que Rosberg teve T*mates para fugir e não defender o título…
    Gostava que Hamilton não fosse embora antes de Vettel se redimir.
    Também gostava que Hamilton desse uma lição pelo menos ao Vettel, só porque este está mesmo a precisar de um grande duche de humildade.

  5. João Pereira

    30 Novembro, 2017 at 20:33

    Também sabemos que o Senhor Abreu é muito tendencioso. É certo que Hamilton não vai ficar pela F1 tempo suficiente para bater todos os recordes, mas pelo menos não vai ficar na história como o “gajo que sem peidou e pirou”.
    Hamilton pode sair da F1 sem dever nada à F1, mas o seu anterior colega Rosberg deve tanto, tanto, como se não se tivesse passado, e fugido do restaurante sem pagar a conta. Essa é que é essa!
    Espero que Hamilton não se vá embora sem lutar pelo 5º, só para os outros não terem a possibilidade de vencerem sem ele. Vettel vai ter que merecer o 5º contra Hamilton(depois de toda a m*rda que tem feito).
    Vamos lá até ao final de 2020.

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