Daniel Ricciardo ficou extremamente surpreendido e desagradado com o que se passou consigo na qualificação do GP do México de F1, já que ficou muito longe de Max Verstappen e da luta pela pole-position, pois sabia-se que os Red Bull tinham condições para o fazer.
O facto da Cidade do México ficar a uma altitude média de 2.200 metros faz com que o ar mais rarefeito seja pior para o motor Mercedes do que para o Renault e Ferrari, o que fez com que os Mercedes não tenham ali a mesma vantagem que têm noutros Grandes Prémios. Daí se ter visto até aqui bem maior equilíbrio em pista, que deverá manter-se na corrida.
Contudo, depois de se ter qualificado em sétimo, Daniel Ricciardo pondera mudar o motor, aceitar a penalização e ir para o Brasil com um motor novo. A questão é que este motor está a dar sinais de que já não vai aguentar muito mais: “Os problemas da Toro Rosso este fim de semana colocam em dúvida também os nossos motores. O meu motor está próximo do fim da vida útil e com esta pista acima do nível do mar isso torna tudo ainda mais complicado. Sabíamos que havia riscos, e as várias falhas que tiveram lugar são um forte sinal. Neste contexto, estamos a ponderar se devemos fazer a corrida e arriscar que algo suceda ou trocamos o motor e provavelmente evitamos que isso aconteça no Brasil. Se arrancasse da frente não se falava disso, mas arrancar de sétimo…”











