Depois de uma excelente carreira no karting que levou a que se acreditasse estar ali um piloto com grande futuro no automobilismo, com resultados de grande destaque mesmo a nível internacional, o triunfo na ADAC Fórmula Masters de 2008 levou a que se pensasse que essa seria uma boa ajuda para voos mais altos, mas como em muitos outros casos de pilotos lusos, faltaram apoios e com isso uma carreira internacional ficou fora de hipóteses.
Voltou a Portugal, à modalidade que lhe deu projeção e entre 2011 e 2013 assegurou novamente vários títulos no Karting, na categoria X30 Shifter. Em 2014 disputou o Campeonato de Protótipos luso, pela Parkalgar, fez seis corridas da defunta ‘Accelaration FA1’ onde foi sétimo, mas depois disso a sua carreira saldou-se apenas por uma corrida do V de V e outra do TCR International Series: “Já não lhe posso chamar carreira para todos os efeitos as corridas para mim acabaram. Este foi um convite do Paulo Pinheiro, tinham aí o Honda Civic parado, melhorámos de ontem para hoje, mas o carro está praticamente de série, com poucas modificações, portanto não dá para muito mais” explicou. Quanto à sua prometedora carreira: “O karting foi bom, a primeira época de fórmulas foi um sonho, tinha vinte anos, mas depois disso não deu para mais” recordou o piloto que voltou para Portugal, sendo novamente campeão de Karting várias vezes. Quem se recorda de Armando Parente há cerca de dez anos, sabe que se estava a fazer ali um bom piloto, mas como muitas carreiras de desporto motorizado em Portugal, não avançou por falta de apoios…










