Daniil Kvyat está de volta à Fórmula 1, depois de duas corridas de ‘pausa’ e quer ainda ‘salvar’ a temporada nas quatro corridas que faltam. O russo já percebeu que a sua situação é periclitante e se não ficar sem lugar em 2018 é porque não há melhores alternativas: “Tenho o meu trabalho aqui, o meu monolugar. Estou totalmente motivado e quero usar esta motivação para conseguir bons resultados. Sinto que há um grande potencial que ainda não foi usado da melhor forma este ano e quero corrigir isso – ainda tenho hipótese de o fazer. Estou mesmo motivado, como disse. Não penso muito no futuro nem em rumores, só quero pilotar, este fim de semana. Tem havido algumas mudanças na equipa, penso que será um desafio e vou aproveitar ao máximo esta oportunidade – temos que ver as coisas desta forma”, disse Kvyat, que está de regresso à Toro Rosso, aproveitando a saída de Carlos Sainz Jr. para a Renault.
De qualquer forma, ‘olhando’ para as declarações do russo, se é agora que ‘está motivado’, se calhar já vai tarde…













Está sempre motivado e que vai fazer o melhor possível, é um Palmer. As más prestações são sempre culpa da sorte e etcs…
E também aproveito para perguntar porque a RB não foi mesmo buscar o AFC. Ao ouvir o moço novo que meteram na TR, um piloto de gt´s, com 28 anos e que não guia um fórmula desde 2012… O AFC tem 26 anos, mostrou bem mais nos fórmulas e mesmo assim continuam a cagar para ele.
Pontos, o problema está nos pontos, que o AFC não tem. O Hartley, pela sua vitória em Le Mans e WEC, tem os 40 pontos necessários para a super licença. A Red Bull tramou o nosso AFC de todas as maneiras, directa e indirectamente, não foi só ao meter o russo em vez dele, foi ao dar um volante a um miúdo de 17 anos, que, ao causar grande polémica, obrigou a FIA a impor regras bastante restritivas para a obtenção da super licença. Eu concordo com as restrições da FIA, pelo menos, já não entra um piloto que nada… Ler mais »