Chase Carey está a terminar a sua primeira temporada como líder da Fórmula 1. O novo líder da competição tem apresentado muitas ideias, apesar de poucas terem sido, para já, postas em prática. Uma das mais faladas, e apoiadas, é a de baixar os custos da competição e aumentar a competitividade da mesma, uma tarefa difícil, como se tem visto ao longo dos anos.
“Gostaria que três ou quatro equipas lutassem pelo título, o drama vem da competição. É bom termos esta luta entre a Mercedes e a Ferrari, mas gostaria de ter mais equipas envolvidas, é isto que torna o desporto especial”.
Tornar cada Grande Prémio numa ‘Superbowl’ foi uma das ideias mais defendidas pela Liberty Media, mas a ideia não vai avançar para já. “Ainda não existe um conceito global da Fórmula 1. Existem Grandes Prémios em diferentes estados de evolução, cada um é diferente. Esta ideia do Superbowl já foi levada longe pois o conceito está ‘montado’ há muito tempo. A ideia era criar uma festa que durasse toda a semana, mas neste momento seria uma coisa que a maioria das pessoas não associaria”.
Na era Bernie Ecclestone, a F1 não estava muito preocupada com os adeptos, e isto é algo que Carey quer mudar. “Tivemos muitas surpresas, uma delas foi o entusiasmos das pessoas pela F1. Uma das primeiras coisas que fizemos foi aproximar-nos das pessoas, criar zonas para os adeptos e plataformas digitais para tornar tudo mais interessante e excitante”.
Carey falou ainda sobre as negociações com as equipas para várias mudanças na competição. “Estamos ocupados com muitas coisas, mas estamos muito focados em algumas mudanças. Estamos a ver o modelo de negócio das equipas, mas fazemos isto confidencialmente, porque estão muitas partes envolvidas. Queremos melhorar e tornar a competição mais próxima, tem de ser mais barato colocar um carro em pista. Temos de ser muito cuidadosos antes de tomar qualquer decisão”.










