Carlos Sainz terminou a sua ‘história’ com a Toro Rosso fora de pista. Não foi a melhor forma de encerrar este capítulo, mas o espanhol apressou-se a pedir desculpa via rádio e a agradecer a todos na equipa o tempo que passaram juntos. Um gesto bonito, ouvido por todo o mundo e que só lhe fica bem. Mal ou bem, foi a Toro Rosso que o projetou e o levou a ser cobiçado por um construtor, a Renault que é agora o passo que se segue.
Logicamente, é importante para a Renault receber o piloto o mais depressa possível, pois começa já a queimar etapas face a 2018 e entrará na próxima temporada já perfeitamente integrado na estrutura, pois quatro Grandes Prémios e uma pré época são mais do que suficientes para isso. A Renault já anda há muito a tentar colar-se à frente do segundo pelotão, onde está a Force India, e com dois pilotos como Nico Huleknberg e Carlos Sainz isso será bem mais fácil, desde que o carro ajude, e não como ‘colocou’ Hulkenber fora da corrida, pois o alemão teve de desistir devido a uma problema com a asa traseira.
Para Abiteboul, Sainz vai ajudar a equipa a subir mais degraus, e a dupla que se configura para 2018 é um bom passo, mas ainda não é o que a Renault precisa para lutar pelas vitórias. Vamos ver o que evolui Sainz nos próximos tempos, de Hulkenbrg já sabemos o que contar, não vai passar muito do que já se vê, sendo que, claramente o mais importante será o que a equipa vai conseguir com o novo carro. Este já foi um bom passo face a 2016, mas é preciso muito mais e recordamos que há dois anos, Carlos Ghosn estava a ‘prometer’ top 5 em 2018. A ver vamos, pois com o motor que vão meter no McLaren só vão dificultar ainda mais a própria ‘vida’…










