Sergio Pérez sempre foi muito sensível a tudo que se passa e relaciona com o seu país, e o terramoto que a abalou o México há poucos dias fez com que reagisse e procurasse auxiliar a população, sobretudo as pessoas afetadas pela catástrofe, sobretudo na populosa capital mexicana. Daí que o piloto da Force India tenha foi um donativo de três milhões de pesos – cerca de 140 mil euros – tendo-se associado à Fundação Carlos Slim, pedindo nas redes sociais que toda a comunidade da F1 desse também o seu contributo.












“Cismo”????? Que raio de português é este Sr. Nuno Barreto Costa???? E não há ninguém no editorial do Autosport que ponha as mãos neste assunto??
Deve ter cismado em errar constantemente.
Errar, todos nós erramos. Mas até para mim que não sou, nem pretendo ser, um “barra” a português, isto é demais! Este mesmo Sr. no passado dia 19, num mesmo artigo sobre Kimi escreveu:
Onde se lia: “Fiz uma boa partida e depois foi atingido”, deveria ler-se: “Fiz uma boa partida e depois FUI atingido”!
Onde se lia: “Sabia onde ele (Verstappen) estava, e passeio”, deveria ler-se: “Sabia onde ele (Verstappen) estava, e passei-o”.
Estes 2 erros foram felizmente posteriormente corrigidos.
Caro Autosport, vocês precisam urgentemente de alguém que vos faça uma revisão dos textos antes de os publicarem, e embora eu possa não ser a pessoa ideal, como desempregado estou disponível para fazer tal função em troca de um ordenado. Querem?
Bem dito, já que já estive na mesma situação e felizmente ainda são muitos aqueles que “escrevem melhor” neste pais!… Nos rodapés da tv é o mesmo (!) … todos os canais que o digam (talvez se safe a RTP, o resto é gritante – CM, TVI, SIC)!…
Depois de eu já ter chamado a atenção ao Sr.NBC por várias vezes relativamente aos erros ortográficos e também acerca de erros dos factos relativos ao assunto sobre o que escreveu, já cheguei á conclusão que nós leitores do Autosport que lhe fazemos estas chamadas de atenção não vale a pena estarmos a fazê-las. Porque em nenhuma das ocasiões em que o fiz, os erros dos artigos em questão foram corrigidos. Ou pelos vistos os nossos comentários não são lidos pelos jornalistas do Autosport (Especialmente pelo Sr. NBC) ou se os lêem estão-se pura e simplesmente marimbando para a questão… Ler mais »
“Cismo”?! Não se pode admitir este erro ortográfico a um adulto! Admite-se a uma criança de 7/8 anos, não a um adulto profissional de imprensa.
Não sei que credibilidade espera o AS obter dos seus leitores. Chega-se a perder a vontade de ler os artigos. É impressionante – devíamos estar a discutir a grandeza do gesto do Checo (se bem que 140 mil euros são trocos para um piloto profissional de F1), mas em vez disso estamos a fazer reparos a erros ortográficos estúpidos. Se alguém não sabe como se escreve ‘sismo’, que está a fazer na redacção de um jornal?
Não sabe ou foi aletra que estava mais á mão (que por acaso até estão perto)!
Sr. Nuno, repita connosco: “eu cismo, tu cismas, ele cisma, nós cismamos, vós cismais, eles cismam”, do VERBO CISMAR. Se se quer referir ao fenómeno da vibração da crosta terrestre deve dizer, como toda a gente sabe, SISMO… AUTOSPORT, ao que chegaste…
Depois lá vem a fama do pérez arrogante. Por cada $1 doado à Fundação do Pérez, os seus patrocinadores acrescentam $5.
É esta a razão por que foi tornado pública, é esta a notícia, é esta a mensagem. Vá lá ver , Sr. jornalista, quanto não acumularam já.
E os que dizem que ele é pura arrogância, aproveitem e reparem nas largas centenas de crianças que sobrevivem graças a essa fundação, as quais de certeza não têm a mesma opinião.
Arrogância não é certamente. Aliás, o Checo tem vindo a ter a minha simpatia por gestos desta natureza. Por exemplo, gostava de ter-lhe apertado a mão quando rompeu o contrato com uma marca de óculos de sol por causa de uma graçola ‘alt-right’ acerca do muro da fronteira sul dos US of A. Não há dúvidas que ele ama a sua pátria e o seu povo. A conversa é outra quanto à sua relação com o Ocon…
Fora da pista nunca respondeu às pseudo-lições de moral do Ocon, que diz que o Pérez não sabe o que é passar por sacrifícios e privações como as dele no início de carreira. E tinha resposta, a começar pela experiencia de desembarcar e morar sozinho na Alemanha com 14 anos.
Essas são contas de outro rosário. É certo que os pais do Ocon tiveram de hipotecar a casa (e não vendê-la, como circula por aí), mas admito que não me cai muito bem saber que ele alardeia isso como factor de superioridade moral. E digo-o apesar de o Esteban Ocon ser um dos meus favoritos e considerá-lo um dos três melhores jovens pilotos, juntamente com o Max e o chavalinho de Glastonbury que em breve vai tomar a F1 de assalto.
Cismo = cogito, considero, cuido, discorro, matuto, medito, penso, pondero, raciocino, reflito, rumino…. ou seja, existiu um “discorro” no México!… fixe.
Como escreveu Robert Musil em ‘O Homem Sem Qualidades’, «o que importa não é o erro, mas o que fazemos depois dele». Vejo agora que o AS corrigiu o título; ainda bem que o fez.
Vá lá desta vez já corrigiram o erro, mas continua a haver exactamente o mesmo erro no texto do artigo (escrito pelo Sr. NCB é claro): F1: GP do México não está em risco apesar do terramoto