Se o Rally Sanremo, anterior etapa italiana neste campeonato, já apresentava por vezes algumas falhas, o Rally di Roma Capitale foi considerado por toda a caravana que acompanha o ERC um verdadeiro desastre organizativo. A primeira razão para andar nas bocas do mundo foi o diferendo com os principais concorrentes transalpinos que levou a que estes não se inscrevessem no ERC e rolassem na estrada após todos os participantes no campeonato principal. A título de curiosidade rara naquele país e numa rápida comparação dos tempos obtidos, se bem que em condições diferentes devido à diferença de horário e condições da estrada, os ases locais nunca teriam estado em condições de discutir o triunfo.
Depois vieram casos como a anulação da Qualificação, ordenada por Michele Mouton devido a mau comportamento do público, muitas classificativas interrompidas e anuladas para os concorrentes com números de porta mais altos ou mesmo uma contínua alteração dos horários a cumprir. Realizado em Fiuggi, a cerca de 80 km de Roma, a prova tinha a partida, super-especial e pódio no centro da capital italiana. O habitual trânsito caótico daquela cidade levou a que no primeiro dia as viaturas seguissem em camiões da organização mas inédita seria a deslocação sob escolta policial para o pódio. Enganando-se na saída da autoestrada, os batedores da polícia aceleraram o passo e foram mandados parar pela… polícia rodoviária. A cena repetiu-se três vezes em plena autoestrada e também numa área de serviço. A cerimónia de pódio, agendada para as 17h15 teve lugar próximo das 19h00…








