Álvaro Parente sente que mais uma vez fez tudo o que estava ao seu alcance na primeira corrida do Pirelli World Challenge em Sonoma, onde se jogava a vitória naquele que é o Campeonato de GT norte-americano. Infelizmente o cetro fugiu, devido ao pódio e à volta mais rápida do seu rival, mas o piloto português sabe que não podia ter feito mais uma vez que o seu McLaren 650S não se revelou competitivo na qualificação. “Apesar de ter feito uma volta muito boa, o sétimo lugar na grelha era o máximo a que podia aspirar”, explicou.
Para a primeira corrida Parente atacou o mais que podia: “Não havia nada mais a fazer do que dar o máximo. Ataquei volta após volta, como se tratasse de uma qualificação, e consegui recuperar até segundo. Mas com o meu rival na luta pelo título em terceiro lugar pouco havia a fazer”. E apesar de algo frustrado com o desfecho, o piloto do Porto está determinado em obter um bom resultado na derradeira corrida, para a qual arranca de quinto, enquanto que o seu rival parte da ‘pole-postion’: “Sei que vai ser complicado, mas vou lutar. Vou voltar a atacar de início ao fim, tentando recuperar, e no final faremos as contas. Vou dar o máximo, como sempre”.









