F1, George Russell: “Vi mais do que é habitual” com o halo

Por a 5 Agosto 2017 12:18

George Russell experimentou uma versão modificada do halo protetor do cockpit no Mercedes W08 testado em Hungaroring, que ostentava um pilar central de menor espessura, de forma a avaliar o dispositivo que será introduzido em 2018, afirmando que conseguiu “ver mais do que o habitual” com esta última versão.

Muitos pilotos têm criticado o halo e o efeito que tem na visão dos pilotos, mas Russell mostrou-se agradavelmente surpreendido com a experiência: “Consegui ter uma melhor visibilidade do que podia imaginar. A coisa curiosa é que ao final do dia, quando o sol estava baixo, o halo até bloqueou os raios sobre os meus olhos, por isso pude ver mais do que é habitual. Para ser honesto, do ponto de vista do piloto, quando se fizer uma volta de qualificação ou noutra situação, a visibilidade é boa”.

“Fiquei surpreendido pela visibilidade que tive, e o único problema poderá ser ver as luzes de partida”, salienta George Russel, para quem o halo requer apenas habituação “e encontrar as técnicas certas”. Isto apesar de confessar: “Inicialmente debati-me mas no final, depois de várias idas para a pista, estava bem, tanto a entrar como a sair do carro. A maior dificuldade será meter a perna, porque aquilo é muito alto, mas acho que a maioria de nós conseguirá só com um salto”.

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5 comentários

  1. Frenando_Afondo™

    5 Agosto, 2017 at 16:17

    Por acaso ele levantou uma boa pergunta, com o halo, será que alguém na grelha de partida poderá ter dificuldades em ver os semáforos de partida? Dependendo do angulo de visão em que se encontre?

    • Pity

      6 Agosto, 2017 at 9:30

      Essa hipótese deverá ser testada, em conjunto, ainda esta época, acho eu. É certo que no Mónaco, por exemplo, as últimas filas largam “de ouvido”, devido à curva, mas é um caso único. Se, devido ao halo, os pilotos não virem as luzes, pode ser muito complicado.

  2. Sr. Dr. HHister

    5 Agosto, 2017 at 16:34

    E a cabeça por cima, na lateral, continua desprotegida. Parabéns FIA.

  3. ro19071725

    7 Agosto, 2017 at 10:25

    O que acho “engraçado” (sem piada), é que inventaram o “halo” (e bem, como peça de protecção), mas não protege o piloto na totalidadade!… ou seja, se em caso de acidente (fatal) em que as hipóteses são mínimas (não é que não possa acontecer), o porquê do “Halo” ser aberto lateralmente (?)… fiacamos na mesma… solucionava uma protecção em acrílico á prova de bala (hoje tudo se faz!)

    • Pity

      7 Agosto, 2017 at 16:37

      O halo é o primeiro passo, mas os estudos para uma cada vez melhor protecção, continuam. Não acredito que fiquem por aqui.

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