Como todos os eventos, as 24 Horas de Le Mans ‘devolvem’ um número elevado de curiosidades. As mais evidentes o facto de haver 8 LMP2 no top 10 e somente dois LMP1, em primeiro e nono. Dos 180 pilotos presentes, Filipe Albuquerque foi o melhor português e o 44º mais rápido em pista registando 3m31.678s com o Ligier JSP217-Gibson da United Autosports. Na 129ª posição ficou Pedro Lamy com 3m53.684s no seu Aston Martin Vantage LMGTE e por fim, Álvaro Parente, em 134º, com um tempo de 3m54.089s no Ferrari 488 GTE da Clearwater Racing. Entre os 75 pilotos da sua classe, a LMP2, Filipe Albuquerque fez a 22ª volta mais rápida, enquanto na LMGTE Am, entre 48 pilotos, Lamy foi segundo e Parente 10º. Na volta 59, o Porsche #2 caiu para a 56ª posição, e daí até à volta 367 foi sempre a subir, até à vitória. A velocidade máxima deste evento foi do Enso CLM P1/01 – Nismo LMP1 da Bykolles Racing Team, com Oliver Webb ‘apanhado’ a 340.2 Km/h nas Hunaudieres. O segundo foi o Oreca 07/Gibson LMP2 #26 da G-Drive Racing com Roman Rusinov a registar 337.0 Km/. O melhor LMP1-híbrido, foi apenas sexto com o Porsche 919 Hybrid LMP1 H #1 de André Lotterer a 334.9 Km/. O63
melhor LMGTE Pro foi o Chevrolet Corvette C7.R de Jan Magnussen com 304.7 Km/ e o melhor GTE Am, foi outro Chevrolet Corvette C7.R, o de Fernando Rees com 303.0 Km/h. Os vencedores da corrida realizaram 5001,23 Km, a um média de 208.2 Km/, mas, tendo estado parados nas boxes cerca de 1h05m10.108s. Notável!











