Lawrence Stroll, pai de Lance Stroll, nega que o seu filho esteja a sofrer com a pressão das expetativas que sobre ele pesam nesta sua chegada à F1. O piloto canadiano tem tido alguns azares e também cometido alguns erros nesta sua época de estreia e a forma como muitos para ele olham – o pai é bilionário – tem servido para que o jovem Stroll seja pressionado muito para além do que seria lícito.
Agora, a semana e meia do seu GP caseiro, no Canadá, o pai Stroll sentiu necessidade de vir a público colocar os pontos nos ‘i’, em declarações ao Le Journal, de Montreal’: “Não pressiono o Lance, a pressão que ele tem é a que coloca em si mesmo. Eu sou apenas o seu pai e existem profissionais em todo o lado que são pagos para lidar com isso e essa é uma equipa que está muito satisfeita com seu comportamento e o seu progresso” começou por dizer Lawrence Stroll, que admite ‘ciumeira’ e ‘inveja’:
“Claro que há ciúmes. Mas eu quero destacar que o Lance ganhou o seu lugar na Fórmula 1. Ele venceu em todos os lugares que correu e foi ele que assegurou os pontos (super licença) que precisava. Para além disso, como toda a gente sabe, este é provavelmente o ano mais difícil para um jovem começar na F1, e mesmo as equipas nem sempre percebem bem o que está a acontecer com os seus carros. Neste contexto, não se pode pedir a um jovem de 18 anos que faça tudo sozinho”, referiu Lawrence Stroll, que contesta o rótulo de ‘taxista’, que colocaram ao filho: “Não há um único piloto na F1 que não tenha sido apoiado por milhões. Por exemplo o Sergio Pérez. Como acham que chegou onde está?” disse Stroll, que não acha que a comparação com Stoffel Vandoorne, o outro rookie da F1, seja justa: “Há duas situações. Em primeiro lugar o Stoffel Vandoorne tem 24 ou 25 anos e não 18 como o Lance. A segunda é que a diferença entre Vandoorne e Fernando Alonso é maior que a diferença entre Lance e Felipe Massa”, concluiu.









